Conheça o projeto arquitetônico da Matriz Paroquial
A Matriz Paroquial de Santa Suzana foi projetada para atender às necessidades pastorais da nossa Paróquia.
Descubra os detalhes de sua arquitetura e sua estética litúrgica!


Entre as várias opções arquitetônicas e estéticas, foi escolhida a que melhor atendesse às recomendações do Concílio Vaticano II e, ao mesmo tempo, apresentasse uma certa beleza e harmonia entre os seus edifícios.
O principal impulso do projeto arquitetônico foi, portanto, o desejo de construir um Complexo Paroquial que possa ser um sinal visível e perceptível da beleza da vida cristã e, assim, "ajudar a chamar toda a humanidade para a casa da Igreja” (SC, 1)
Assim, o complexo paroquial possui três edifícios principais:
- A Matriz Paroquial, bem no centro, assim como “a Liturgia é a meta para a qual se encaminha a ação da Igreja e, ao mesmo tempo, a fonte de onde emana toda a sua força” (SC, 10)
- O Centro Pastoral, com espaços próprios para a catequese, reuniões, orações e pequenas celebrações, posto que “os homens, antes de poderem participar na Liturgia, precisam ouvir o apelo à fé e à conversão e, também aos que creem, a Igreja tem o dever de pregar constantemente a fé e a penitência, de dispô-los aos Sacramentos, de ensiná-los a guardar tudo o que Cristo mandou” (SC, 9)
- O Centro Social e de Formação para o Trabalho (Caritas), onde se possa exercitar, de forma concreta, “o estimulo constante da Igreja a tudo o que seja obra de caridade, de piedade e apostolado, onde os cristãos possam mostrar que são a luz do mundo” (SC, 9)
Desta forma, a Matriz Paroquial de Santa Suzana será um sinal visível das três dimensões da atividade eclesial (conforme CIC 6 e CIC 1588):
- O Centro Pastoral representa a Palavra, o anúncio do Evangelho para suscitar a fé, a busca das razões de crer;
- A Igreja Matriz representa a Liturgia, a experiência da vida Cristã, a celebração dos sacramentos;
- O Centro Social e de Formação para o Trabalho (Caritas) representa a Caridade, a integração na comunidade eclesial, o testemunho apostólico e missionário.

O projeto arquitetônico ainda contempla:
- A Casa Paroquial,para acolher uma comunidade de sacerdotes que organize e, juntamente com ministros e leigos, preste os serviços pastorais à comunidade de fiéis e o anúncio do Evangelho aos que estão ausentes;
- Um estacionamento e um salão de festas (ambos no Subsolo) para melhor acolher os fiéis e proporcionar espaço para manifestar a alegria trazida por Cristo através de celebrações e refeições festivas.
Por imposições do Código de Obras, o Centro Social e de Formação para o Trabalho tem acessos de veículos e de pedestres independentes dos demais edifícios. Já a Matriz Paroquial, o Centro Pastoral e a Casa Paroquial terão acessos comuns, sendo espaços integrados entre si.
A capela de Santa Suzana, que marca a presença da Paróquia no terreno desde os seus primórdios, será preservada como um memorial da história da Paróquia, com acessos também independentes.
Entre as várias opções arquitetônicas e estéticas, foi escolhida a que melhor atendesse às recomendações do Concílio Vaticano II e, ao mesmo tempo, apresentasse uma certa beleza e harmonia entre os seus edifícios.
O principal impulso do projeto arquitetônico foi, portanto, o desejo de construir um Complexo Paroquial que possa ser um sinal visível e perceptível da beleza da vida cristã e, assim, "ajudar a chamar toda a humanidade para a casa da Igreja” (SC, 1)
Assim, o complexo paroquial possui três edifícios principais:
- A Matriz Paroquial, bem no centro, assim como “a Liturgia é a meta para a qual se encaminha a ação da Igreja e, ao mesmo tempo, a fonte de onde emana toda a sua força” (SC, 10)
- O Centro Pastoral, com espaços próprios para a catequese, reuniões, orações e pequenas celebrações, posto que “os homens, antes de poderem participar na Liturgia, precisam ouvir o apelo à fé e à conversão e, também aos que creem, a Igreja tem o dever de pregar constantemente a fé e a penitência, de dispô-los aos Sacramentos, de ensiná-los a guardar tudo o que Cristo mandou” (SC, 9)
- O Centro Social e de Formação para o Trabalho (Caritas), onde se possa exercitar, de forma concreta, “o estimulo constante da Igreja a tudo o que seja obra de caridade, de piedade e apostolado, onde os cristãos possam mostrar que são a luz do mundo” (SC, 9)
Desta forma, a Matriz Paroquial de Santa Suzana será um sinal visível das três dimensões da atividade eclesial (conforme CIC 6 e CIC 1588):
- O Centro Pastoral representa a Palavra, o anúncio do Evangelho para suscitar a fé, a busca das razões de crer;
- A Igreja Matriz representa a Liturgia, a experiência da vida Cristã, a celebração dos sacramentos;
- O Centro Social e de Formação para o Trabalho (Caritas) representa a Caridade, a integração na comunidade eclesial, o testemunho apostólico e missionário.

O projeto arquitetônico ainda contempla:
- A Casa Paroquial,para acolher uma comunidade de sacerdotes que organize e, juntamente com ministros e leigos, preste os serviços pastorais à comunidade de fiéis e o anúncio do Evangelho aos que estão ausentes;
- Um estacionamento e um salão de festas (ambos no Subsolo) para melhor acolher os fiéis e proporcionar espaço para manifestar a alegria trazida por Cristo através de celebrações e refeições festivas.
Por imposições do Código de Obras, o Centro Social e de Formação para o Trabalho tem acessos de veículos e de pedestres independentes dos demais edifícios. Já a Matriz Paroquial, o Centro Pastoral e a Casa Paroquial terão acessos comuns, sendo espaços integrados entre si.
A capela de Santa Suzana, que marca a presença da Paróquia no terreno desde os seus primórdios, será preservada como um memorial da história da Paróquia, com acessos também independentes.